Assisti três lives do Ministério Envisionar com os pastores Josué Campanhã e Thiago Faria. A primeira tinha o seguinte tema: “Como inovar na Igreja em tempos de disruptura”. Confesso que as dicas que eles passaram foram muito importantes; anotei tudo e, com certeza, desejo colocar em prática.

Três perguntas não saíram da minha cabeça, são elas: o que parar; o que manter; e o que criar. Será que os ministérios atuais têm contribuído para o foco? Aliás, o que a Igreja deve focar?

Participei de diversos cursos sobre crescimento de Igreja, sobre eclesiologia e em quase todos ensinavam sobre a Missão, a Visão e os Valores da Igreja.

Entendo que a missão da Igreja está bem clara em Mateus 28.18-20, Marcos 16.15 e outros textos bíblicos. O que Jesus quer da sua Igreja é que ela faça discípulos. Devemos levar todos os ministérios da Igreja local a focar no fazer discípulos.

O Ministério Infantil deve fazer discípulos, o ministério da terceira idade idem e assim por diante. Todos os ministérios da Igreja contribuem para o foco da Igreja.

Josué Campanhã deixou a seguinte pergunta: “O que este ministério tem feito (a sua atividade) produz discípulos”? Se não está produzindo devemos perguntar se não está na hora de parar ou criar algo diferente.

Devemos pensar nos compromissos financeiros da Igreja; eles estão dentro do foco? Quais os compromissos financeiros que a Igreja deve manter? Ela terá que repensar os investimentos após a pandemia.

Ouvi de um pastor que não teremos o pós-pandemia COVID-19, pois o vírus continuará. A pergunta que devemos fazer é: Como a Igreja de Jesus deve viver neste novo contexto?

Os pastores têm feito lives, cultos através do Facebook, do Youtube, podcasts, Zoom, Webex, enfim, usando todos os recursos possíveis para que a mensagem chegue até a membresia e os de fora.

Creio que a Igreja deve continuar o uso de todos os recursos tecnológicos quando voltar aos cultos presenciais, pois não será mais a mesma após a crise.

Que possamos orar, ouvir a voz de Deus através da Sua Palavra e continuar fazendo discípulos. Que possamos inovar a forma de transmitir o Evangelho, para que mais e mais pessoas possam ser alcançadas.

Por Cleverson Pereira do Valle, pastor, colaborador de O Jornal Batista.

Siga a CBP!