Por Estevão Júlio, secretário de redação de OJB

Neste, que é o quarto e último domingo do mês de outubro, lembramos do Dia do Plano Cooperativo. É um dia para relembrar a importância da cooperação entre Igrejas, Convenções Estaduais e a Convenção Batista Brasileira, com o objetivo de manter o trabalho dos Batistas brasileiros. A seguir, confira a história da criação deste plano e como funciona.

“O Plano Cooperativo surgiu em 1957, durante a Assembleia Anual da Convenção Batista Brasileira, em Belo Horizonte. Nasceu para a manutenção do trabalho geral dos Batistas brasileiros e como método eficiente e bíblico para desenvolver a obra de Missões. O Plano Cooperativo foi apresentado em 1957, e dois anos depois, em 1959 foi colocado em prática para que os batistas brasileiros testemunhassem de Cristo “até os confins da terra”.

O Plano Cooperativo segue este roteiro: quando o crente entrega seu dízimo à Igreja, ele o faz individualmente; quando a Igreja entrega o seu Plano Cooperativo, ela também o faz individualmente como Igreja, porém, já expressando a coletividade dos seus membros. Quando muitas Igrejas entregam seus Planos Cooperativos à Convenção Estadual, elas agem coletiva e solidariamente; quando as Convenções estaduais enviam seus Planos Cooperativos à Convenção Batista Brasileira, elas expressam a participação comunitária e solidária de crentes, Igrejas e Convenções. Ao procederem assim, dão à CBB condições de repartir o dízimo dos dizimistas com toda a obra Batista brasileira e mundial, que é contemplada com os percentuais do orçamento do orçamento do Plano Cooperativo recebido”.

E neste tempo de pandemia, o compartilhar se tornou ainda mais importante. Que Deus abençoe nossas Igrejas, Convenções e CBB nesta cooperação e ação em prol da obra Batista.

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