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Edlaine D. Santiago, membro da Primeira Igreja Batista de Cáceres e líder auxiliar de jovens na Igreja local; presidente da Juventude Batista do Mato Grosso; seminarista no Seminário Teológico Batista de Mato Grosso.

“Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me”

(Mt 19.21)

Vamos à pergunta central da nossa meditação hoje: sem Cristo existe vocação? Quero te convidar a fazer uma análise profunda sobre o que você tem sonhado. Quando sua mente te leva para uma longa viagem de realizações e desempenhos, quem é o objeto de contemplação? O que, de fato, motiva seu coração: você, seu dinheiro, o status?

Acredito que Richard Foster não errou quando declarou que a maldição deste século é a satisfação instantânea. Vejo pessoas ansiosas para viver realizações imediatas que em nada tem relação com a vocação à qual Cristo as designou.

O jovem rico, sobre quem acabamos de ler, revela o que realmente está em nosso coração humano.  Todas as coisas de aparente notoriedade que era preciso fazer, ele fez, estava prazeroso com todos os seus bons atos, até encontrar Cristo. E Cristo não foi uma razão suficiente para deixar seu tesouro para trás. Este jovem está em nossas Igrejas, servindo ao Senhor com bons desempenhos e se alimentando de realizações que geram prazeres instantâneos.

Talvez, você também tenha criado uma perspectiva de autorrealização com base na vocação que costuma chamar de sua. Aprendeu a mascarar suas verdadeiras intenções nos gestos altruístas que faz para reafirmar a sua necessidade na posição que ocupa. Sem Cristo não existe vocação, Ele é a razão do que somos e onde estamos. Tudo o que fazemos sem ele são obras de uma fé morta.

Desejo que você seja capaz de ir além do que nosso amigo jovem rico foi. Que seja capaz de corrigir as motivações de seu coração e se mover de acordo com a nossa verdadeira razão.

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